Depois de um longo período seco voltou a chover nas áreas produtoras de Milho (segunda safra) do Paraná, Mato Grosso do Sul e de São Paulo;
ï¼ As chuvas da semana passada também atingiram Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Porém, os maiores volumes de chuvas na semana passada se concentraram no Paraná (ver figura abaixo - lado esquerdo);
ï¼ Chuvas da semana contribuem para a melhoria da umidade do solo nos Estados do Sul do Brasil, São Paulo, sul de Minas Gerais e também no sul de Goiás e de Mato Grosso. O percentual de Água Disponível no Solo continua baixo (inferior a 20%) na parte norte de Minas Gerias, Goiás, Mato Grosso e no interior da Região Nordeste (ver figura abaixo - lado direito);
ï¼ A semana passada teve a passagem de ondas de frio no Sul do Brasil, mas sem formação de geadas nas áreas de milho do Paraná e Mato Grosso do Sul;
ï¼ No Nordeste do Brasil as chuvas diminuíram em toda a região. As chuvas da semana ficaram restritas apenas na faixa leste e região da Zona da Mata Nordestina.


Previsão de CHUVA para o Brasil: Semana de sol e temperaturas amenas no Sul do País.
ï¼ A semana começa com predomínio de sol e temperaturas em elevação sobre todo Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil;
ï¼ O Tempo deve mudar no Sul do Brasil somente no final de semana, devido à chegada de uma nova frente fria, com previsão de chuvas principalmente sobre o Rio Grande do Sul;
ï¼ Nas áreas de milho do Paraná, Mato Grosso do Sul e em São Paulo a semana deve ser totalmente seca e com temperaturas em elevação. Previsão de chuva somente no início da próxima semana, devido o avanço de uma nova frente fria proveniente do Sul;
ï¼ Semana começa com temperaturas baixas do Sul do Brasil, mas sem previsão de formação de geadas amplas. Formação de geadas fracas e isoladas ficam restritas as regiões serranas e não representa risco para a lavoura de milho segunda safra;
ï¼ Inclusive não há previsão de frio extremo nas próximas semanas. A tendência é que até o final de junho não ocorram geadas nas áreas de milho (segunda safra) do Paraná e de Mato Grosso do Sul;
ï¼ Para as áreas de milho de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais a tendência é de tempo seco e temperaturas amenas, sem previsão de frio extremo até o final do mês;
ï¼ Nas áreas de Cana-de-açúcar, laranja, café a previsão para as próximas duas semanas também é de tempo seco com predomínio de sol e temperaturas em ligeira elevação. Não há previsão de frio extremo e nem risco de geada até o final do mês;
ï¼ No Nordeste do Brasil, se confirma a previsão de redução das chuvas no interior e na parte norte, enquanto as chuvas nas próximas semanas ficam concentradas na faixa leste da Região Nordeste do Brasil, entre o litoral da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.


LAVOURA AMERICANA: Mais uma semana com tempo seco e com temperaturas em elevação nas áreas produtoras de soja e milho.
ï¼ O início de junho confirma uma condição de pouca chuva, predomínio de sol e elevação da temperatura sobre o Território Americano, já com indicativo de um padrão típico do verão (ver figura - lado esquerdo);
ï¼ Para as próximas semanas a previsão é de predominância de tempo seco e elevação da temperatura sobre o Meio-oeste Americano. Porém isso não significa ausência total de chuva. Para esta semana, especialmente entre terça e quarta-feira há previsão de propagação de áreas de instabilidades sobre o Meio-oeste Americano, com chuvas isoladas sobre as áreas de soja e milho;
ï¼ Com a proximidade do verão a tendência é que as chuvas sejam de mais fracas e passageiras;
ï¼ Outra característica marcante daqui para frente é o comportamento da temperatura. Nas próximas semanas o destaque será o calor, com temperaturas acima dos 35 ï°C principalmente nas áreas mais ao sul dos Estados Unidos;
ï¼ Nesta semana sobre as áreas produtoras de soja e milho dos Estados Unidos há previsão da temperatura mínima (período da manhã) acima dos 20 ï°C e a temperatura máxima (período da tarde) oscilando na casa dos 35 ï°C.
ï¼ Mesmo com uma redução das chuvas nas últimas semanas, os índices de umidade do solo ainda se mantêm elevados, inclusive com excesso de umidade nas principais regiões produtoras.
