A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), deram início, nesta segunda-feira (24/10), em Palmas, no Tocantins, ao Programa de Capacitação Tecnológica para Técnicos e Instrutores do SENAR, com o objetivo de difundir conhecimentos sobre técnicas e novas tecnologias que permitirão o incremento da produtividade e rentabilidade dos produtores rurais.
O programa envolve a capacitação de técnicos e profissionais ligados diretamente ao meio rural, como secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural, além dos instrutores do SENAR de todos os Estados. A idéia é transformar esses técnicos em multiplicadores que levarão o aprendizado ao maior número possível de produtores rurais.
O programa focará quatro áreas temáticas: piscicultura, ovinocaprinocultura, silvicultura e bovinocultura de leite. Na segunda-feira, inicia o treinamento em piscicultura na sede do SENAR Tocantins. Pesquisadores da Embrapa Aquicultura e Pesca darão aulas práticas e teóricas para 24 técnicos da Sub-secretaria de Aquicultua e Pesca do Tocantins e do SENAR dos Estados do Tocantins, Amazonas, Roraima, Rondônia e Acre. As aulas serão filmadas e editadas por uma empresa especializada, para depois serem usadas em cursos de ensino à distância. A capacitação completa terá 120 horas, divididas em três encontros - de 24 a 28 de outubro; 21 a 25 de novembro e 12 a 16 de dezembro. As datas dos cursos das outras áreas temáticas ainda serão definidas.
Cooperação - O Programa de Capacitação Tecnológica para Técnicos e Instrutores do SENAR está sendo desenvolvido graças ao Convênio de Cooperação Geral assinado pela CNA, SENAR e Embrapa. O objetivo do convênio é aprofundar o conhecimento técnico-científico no âmbito da aquicultura, pecuária, silvicultura e demais áreas, por meio do planejamento, coordenação e execução de estudos, a fim de viabilizar a aplicação prática desses conhecimentos. O convênio contempla, ainda, ações voltadas para as áreas de desenvolvimento institucional, monitoramento ambiental, informática, zoneamento agroecológico, tecnologia dos alimentos e agroenergia.